sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Die for you 2 - cap 4

*Andy On*

(Seu nome)!?

Um silêncio absoluto toma conta do espaço enquanto a microfonia deixa todos surdos. Pisco os olhos e ela some. Caralho, to tendo alucinações!

Me abaixo e pego o microfone do chão. Sorrio sem graça para o público e começo a falar qualquer coisa pra enrolar um pouco. Os caras me olham como se eu tivesse duas cabeças e logo voltamos ao normal.

Começo o nosso repertório cantando Victory Call e todos cantam junto comigo. Berro aos quatro cantos do mundo um pedido de salvação em For You, Get Scared . Preciso me livrar dessa dúvida ou então nunca terei paz, mas a partir de hoje, eu decido que ela está morta pra mim.

Término de cantar mais duas músicas  inicio Rebel Yell e então coloco meu coração nela, como se fosse o meu adeus que se repete em um cover do Asking Alexandria, Moving On.

Respiro fundo e depois de mais quatro músicas, terminamos. Vou para o camarim, mas antes recebo algumas congratulações pela apresentação. Quando enfim chego no camarim, meu assessor me diz que alguns fãs estão querendo tirar algumas fotos comigo.

Peço um momento pra poder acalmar minha respiração e meus pensamentos, pra tentar parecer um Andy legal. Bebo um pouco de enérgico, lavo o rosto e libero a passagem dos fãs. Váriaa garotas entram desesperadas e dizem o quanto o show foi maravilhoso. Tiramos algumas fotos e eu brinco um pouco com elas, nesse momento a Alexis entra e elas pedem pra tirar foto com ela.

Depois de tantas fotos e autógrafos, elas vão embora e noa preparamos pra sair.

— O que aconteceu no início do show? – Alexis pergunta quando ficamos a sós.
— O microfone escorregou da minha mão.
— Hum. – ela diz e não digo mais nada.

Os meninos entram fazendo bagunça, comemoramos um pouco e logo estamos nos arrumando para voltar para o hotel, porque o Ash inventou de fazer uma festa lá. Antes de irmos, uma vontade louca de fumar vem e eu saio pelos fundos da casa de show pra ter um pouco de privacidade.

A noite está fria, então eu fecho minha jaqueta de couro e me encosto na parede. Apoio meu pe na mesma pegando em seguida um cigarro da caixinha, acendo e dou a primeira tragada. Olho para o céu e foco meus olhos em nada especial, apenas deixando minha mente em branco e a nicotina do cigarro tomar conta do meu sistema.

— Cala a boca, Ana! É claro que tem. Sempre tem! Você não assiste filmes não?

Merda! Não se pode ficar sozinho mais não?

Começo a andar em direção a porta quando as vozes se aproximam e uma pessoa começa a falar.

— Verdade. Tem mesmo! Um assaltante!  Que vai nos roubar, nos estuprar e nos matar! Tudo porque você que ver um...

Essa voz...

Minhas pernas travam no lugar.

— Para de ser pessimista, Ana! Eu tenho certeza que a gente consegue ver pelo menos um deles...

Me viro e a garota para de tagarelar.

*Andy Off*

*Você On*

Caralho, que nojo!

Penso enquanto a Bruna me arrasta por um beco sem saída. Tenho certeza que a gente vai morrer hoje. Absoluta. Quem em sã consciência faz isso? Quem em sã consciência anda, sozinha, de madrugada por um beco escuro, fedido e sujo?
Quem?
Bruna.
Lógico.
E ainda me arrasta!

Pelo amor de deus, alguem da juízo pra essa garota?

Respiro fundo pela milionésima vez essa noite e começo a reclamar novamente na tentativa de fazer ela desistir dessa ideia louca de entrar pelas portas dos fundos pra Tentar ver algum integrante da banda.

Estou dizendo todos os nomes da minha cartilha de xingamentos enquanto tento tirar uma sacola que se prendeu no meu sapato quando a Bruna para a explicação dela e eu sinto olhos em mim.

Puta merda! Vou morrer agora?!

Um arrepio percorre meu corpo e alertas piscam por todo o meu corpo. Tento pensar positivo e enfim olho pra Bruna que está parada como uma estátua no meio do caminho, com a boca aberta sem dizer o resto da frase. Tenho medo de tocar nela e então a criatura gritar enlouquecida, e o assaltante matar a gente, por isso resolvo olhar pro cara antes de qualquer coisa pra pensar num plano de fuga bem feito.

Mãe de deus!

Meu coração se acelera e sinto vontade de vomitar. Uma dor de cabeca filha da puta começa a bombardear meu cérebro e o homem continua a me encarar. Os olhos...

Abro a boca pra falar algo, mas nada sai. Meus sonhos começam a irromper em minha mente e as comparações se iniciam. Por que esse cara tem os olhos iguais aos que aparecem nos meus sonhos?

Antes que eu faça qualquer coisa, o estranho fecha a cara e volta a andar em direção a porta. Continuo parada e tenho uma sensação de abandono quando seus olhos se desviam dos meus.

Balanço a cabeça. Que porra aconteceu aqui? e lembro o que estou fazendo aqui.

— Hey! Espera. – consigo dizer antes que ele vá embora e a Bruna comece com o drama dela – Você é da Black Veil Brides? Se for, pode por favor tirar uma foto com a minha irmã? Ela...

— Vamos embora, Ana... – Bruna diz num sussurro.
— Mas... – começo.
— Vamos logo! – ela diz irritada e começa a anda na direção oposta ao homem.

Contínuo parada sem entender o que está acontecendo. Ela não queria conhecer o pessoal do BVB? Quando dou um passo pra segui-la uma mão gélida segura meu braço me dando um susto.

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Oooi.
Me desculpa por ter sumido tanto assim. Eu sei que o capítulo ta pequeno. Mas é pq eu vou postar outro ainda hoje. Meu presente de natal pra vcs <3

Beeeijos,
Comentem.

7 comentários:

  1. Miga sua lindona continua pelo amor de Santo Six

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  2. Postaaaaa logooo!! Eu quero a continuação to muito ansiosa pleasee continuaaaa*-*<3
    (Sou leitora nova)
    BVBeijos>^.^<

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  3. Oi Gaby sua putiane continua pq essa porra ta mt perfeita amor..continua logo se n vou ai te dar um tiro kkk

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  4. MDS CONTINUAAAAAAA LOGO PF PF PF ♡♡
    (leitora nova *3* )

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